{"id":18,"date":"2026-05-09T10:34:51","date_gmt":"2026-05-09T13:34:51","guid":{"rendered":"https:\/\/jornadasdaebprio.com.br\/2026\/?page_id=18"},"modified":"2026-06-11T09:06:48","modified_gmt":"2026-06-11T12:06:48","slug":"argumento","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/jornadasdaebprio.com.br\/2026\/argumento\/","title":{"rendered":"Argumento"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">33<sup>as<\/sup> Jornadas Cl\u00ednicas da EBP-Se\u00e7\u00e3o Rio<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">O corpo sutil do sintoma<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">La\u00e7os e gambiarras<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Notas para uma jornada<\/strong><\/h2>\n<p><em>\u00a0<\/em><strong>O t\u00edtulo:<\/strong><\/p>\n<p>A comiss\u00e3o de orienta\u00e7\u00e3o chegou ao t\u00edtulo \u201cO corpo sutil do sintoma\u201d inspirada na passagem extra\u00edda dos <em>Escritos<\/em> de Lacan: \u201cA fala, com efeito, \u00e9 um dom de linguagem, e a linguagem n\u00e3o \u00e9 imaterial. \u00c9 um corpo sutil, mas \u00e9 corpo.\u201d<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a> e acrescentamos \u201cLa\u00e7os e gambiarras\u201d, em refer\u00eancia aos Semin\u00e1rios da Se\u00e7\u00e3o Rio.<\/p>\n<p>Existem muitos caminhos para se chegar ao \u201csintoma\u201d: abordar o conceito desde Freud em sua investiga\u00e7\u00e3o sobre os sintomas hist\u00e9ricos, ileg\u00edveis pelos m\u00e9dicos de sua \u00e9poca, atrav\u00e9s do qual ele p\u00f4de formular a exist\u00eancia do inconsciente; ir ao ensino de Lacan at\u00e9 sua inven\u00e7\u00e3o do <em>sinthome<\/em> em Joyce e chegar assim at\u00e9 \u00e0 cl\u00ednica atual sob a Orienta\u00e7\u00e3o Lacaniana nos cursos de Miller; situar as manifesta\u00e7\u00f5es sintom\u00e1ticas em um caso cl\u00ednico ou buscar a fun\u00e7\u00e3o do sintoma em cada uma das estruturas. E muitos outros.<\/p>\n<p>Trago aqui algumas notas baseadas na confer\u00eancia<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a> de Lacan em Genebra sobre o sintoma, nossa principal refer\u00eancia para as Jornadas. Nesta confer\u00eancia, Lacan, al\u00e9m de tratar de outros assuntos como o lugar do analista e o passe, ele aborda o sintoma em alguns aspectos, poucos, mas fundamentais para a largada inicial de nossos trabalhos.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>As notas:<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong>Sintoma e sonho:<\/strong> \u201c\u00c9 absolutamente certo que \u00e9 pelo modo como a <em>lal\u00edngua<\/em> foi falada e, tamb\u00e9m, entendida por fulano ou beltrano, em sua particularidade, que alguma coisa, em seguida, reaparecer\u00e1 nos sonhos, em todo tipo de trope\u00e7o, em todo tipo de formas de dizer\u201d.<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a><\/li>\n<\/ol>\n<p>Freud prop\u00f5e tratar o sonho com o mesmo m\u00e9todo elaborado para a interpreta\u00e7\u00e3o do sintoma, m\u00e9todo atrav\u00e9s do qual ele havia chegado \u00e0 descoberta do inconsciente. Para relatar um sonho em an\u00e1lise, ele recomenda \u2013 em <em>A interpreta\u00e7\u00e3o do sonho<\/em><a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a> \u2013 eliminar a ordem habitual das forma\u00e7\u00f5es de pensamentos que afloram na sess\u00e3o de an\u00e1lise, renunciar \u00e0s cr\u00edticas e deixar a ocorr\u00eancia de ideias que aparentemente n\u00e3o tem import\u00e2ncia ou pare\u00e7am sem sentido, tornando, assim, volunt\u00e1rias as representa\u00e7\u00f5es involunt\u00e1rias.<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a> Se Freud l\u00ea o sonho como aprendeu primeiro a ler o sintoma, Lacan inverte o caminho freudiano e prop\u00f5e ler os sintomas como os relatos de sonho.<\/p>\n<p>Freud lembra, ali tamb\u00e9m, uma carta de Shiller, na qual ele associa essa posi\u00e7\u00e3o do sonhador, ao relatar um sonho, \u00e0 condi\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o po\u00e9tica, onde as ideias se precipitam desordenadamente. Diante dessa desordem, Freud nos aconselha a n\u00e3o temer a vergonha ou a loucura moment\u00e2nea da associa\u00e7\u00e3o livre, pois \u00e9 a mesma que se encontra em cada um dos artistas, quando se dedicam \u00e0 escrita.<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><strong>Inconsciente e linguagem:<\/strong> \u201cComo sustentar uma hip\u00f3tese como a do inconsciente? Se n\u00e3o se v\u00ea que \u00e9 a maneira que encontrou o sujeito, [&#8230;] de estar impregnado pela linguagem\u201d.<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a><\/li>\n<\/ol>\n<p>Lacan diz \u201cimpregnado pela linguagem\u201d e mais adiante chama aten\u00e7\u00e3o para a forma pela qual foi \u201cinstilado\u201d no sujeito um modo de falar, que leva a marca como os pais aceitaram a crian\u00e7a, isto \u00e9, o modo como foi desejado.<\/p>\n<p>H\u00e1 a\u00ed uma nuance, que me parece importante, entre o desejo como desejo do Outro e a forma como foi desejada \u00e9 \u201cinstilada\u201d na crian\u00e7a. Isto \u00e9, a maneira que foi introduzida gota a gota, n\u00e3o o qu\u00ea os pais desejaram, n\u00e3o os significantes do desejo do Outro que marcaram o sujeito, mas como foi desejado, a maneira como as palavras foram proferidas e ressoaram no corpo do sujeito \u201cno momento em que ele era nada\u201d.<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a> Encontrei no dicion\u00e1rio que \u201cinstilar\u201d \u00e9 usado para descrever a\u00e7\u00f5es sutis, o que, por coincid\u00eancia, ressoa com o nosso t\u00edtulo.<\/p>\n<p>Lemos a\u00ed que a linguagem interv\u00e9m ent\u00e3o sob a forma de <em>lal\u00edngua<\/em>, por isso sua ambiguidade. O exemplo de Lacan dessa ambiguidade \u00e9 a homofonia entre as palavras <em>noeud <\/em>[n\u00f3] e <em>ne pas<\/em> (que em franc\u00eas tem o mesmo som). Em portugu\u00eas podemos lembrar o exemplo Mar\u00edcia Ciscato, no \u00faltimo Semin\u00e1rio de pol\u00edtica \u201c<em>Lal\u00edngua <\/em>e o la\u00e7o\u201d, a ambiguidade produzida pela homofonia entre c\u00e1lice [ta\u00e7a] e cale-se [do verbo calar], onde a diferen\u00e7a s\u00f3 aparece na leitura do dizer e n\u00e3o na escuta.<\/p>\n<p>O inconsciente para Lacan reside no que chamou \u201c<em>moterialisme<\/em>\u201d, um neologismo que re\u00fane <em>mot<\/em> [palavra] e <em>materialisme<\/em> [materialismo], dif\u00edcil de traduzir para o portugu\u00eas com a mesma efic\u00e1cia que soa em franc\u00eas, onde lemos nitidamente palavra e materialidade, a palavra em sua literalidade separada do sentido. \u00c9 no <em>moterialisme<\/em>, diz ele, na mat\u00e9ria da palavra, que cada um encontra nos sintomas modos de se sustentar. Se sustentar diante de qual insustent\u00e1vel?<\/p>\n<p>Para Lacan, o sintoma surge para fazer supl\u00eancia \u00e0 n\u00e3o exist\u00eancia da rela\u00e7\u00e3o sexual. Ele encontra nas duas confer\u00eancias de Freud \u2013 \u201cO caminho dos sintomas\u201d e \u201cO sentido dos sintomas\u201d \u2013, que os sintomas t\u00eam um sentido e um sentido que revela uma parte do sujeito relativa ao seu encontro com a realidade sexual. \u201cRealidade sexual especificada no homem pelo fato de que n\u00e3o h\u00e1, entre macho e f\u00eamea, nenhuma rela\u00e7\u00e3o instintiva\u201d<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a>, realidade que Lacan reduziu ao aforisma \u201cN\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o sexual\u201d, tema exaustivamente trabalhado no \u00faltimo congresso da AMP.<\/p>\n<p>\u201cO inconsciente \u00e9 uma inven\u00e7\u00e3o no sentido de que \u00e9 uma descoberta associada ao encontro que certos seres t\u00eam com sua ere\u00e7\u00e3o.\u201d<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a>: o exemplo de Lacan \u00e9 o sintoma do Pequeno Hans, sua fobia como express\u00e3o, significa\u00e7\u00e3o, de uma recusa do sexual no encontro com a pr\u00f3pria ere\u00e7\u00e3o que n\u00e3o \u00e9, pontua Lacan, absolutamente um gozo autoer\u00f3tico, \u00e9 o que h\u00e1 de mais hetero, pois n\u00e3o \u00e9 experimentado como pr\u00f3prio, mas como um objeto enganchado ao corpo.<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li><strong> Trauma e banho:<\/strong> \u201cO fato de que uma crian\u00e7a diga talvez, ainda n\u00e3o, antes mesmo de ser capaz de construir verdadeiramente uma frase, prova que h\u00e1 algo nela, uma peneira que se atravessa, por onde a \u00e1gua da linguagem chega a deixar algo na passagem, alguns detritos com os quais ela vai brincar, que ela, necessariamente, ter\u00e1 que lidar.\u201d<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]<\/a><\/li>\n<\/ol>\n<p>Essa passagem de Lacan indica uma diferen\u00e7a entre a linguagem como trauma e a linguagem que banha o corpo e nesse escoamento deixa detritos, peda\u00e7os de palavras sem sentido, com os quais a crian\u00e7a vai lidar, vai brincar. Essa mudan\u00e7a do trauma \u00e0 brincadeira n\u00e3o \u00e9 sem consequ\u00eancias para a cl\u00ednica e este, certamente, ser\u00e1 um ponto explorado em nossos debates. Aqui a linguagem n\u00e3o traumatiza o corpo, n\u00e3o \u00e9 uma marca, mas atravessa uma \u201cpeneira\u201d, termo que achei tamb\u00e9m em uma entrevista de Marguerite Duras e, surpreendentemente, com o mesmo sentido lacaniano:<\/p>\n<blockquote><p>[&#8230;] quando escrevo, tenho a sensa\u00e7\u00e3o de estar na extrema desconcentra\u00e7\u00e3o, n\u00e3o me possuo mais de jeito nenhum, eu mesma sou uma peneira, tenho a cabe\u00e7a esburacada. S\u00f3 posso explicar a mim mesma o que escrevo dessa maneira, porque h\u00e1 coisas que eu n\u00e3o reconhe\u00e7o naquilo que escrevo. Ent\u00e3o elas v\u00eam de outro lugar, n\u00e3o estou sozinha quando escrevo. [&#8230;] tudo chega de todos os lados.<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\">[11]<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p>No entanto, em Lacan, a peneira \u00e9 algo nela, na crian\u00e7a, enquanto em Duras, ela \u00e9 a peneira.<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li><strong> Joyce, o <em>sinthoma<\/em>:<\/strong> \u201cJoyce tentou situar o ser humano de uma forma que s\u00f3 tem um m\u00e9rito, o de diferir de tudo que foi enunciado a esse respeito precedentemente.\u201d<a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\">[12]<\/a><\/li>\n<\/ol>\n<p>Sabemos que a confer\u00eancia de Genebra foi no mesmo ano do semin\u00e1rio de Lacan sobre <em>O sinthoma<\/em>, onde a escrita de Joyce \u00e9 seu paradigma para explorar o sintoma em sua vertente real. Uma escrita que exige um outro leitor. D. Sch\u00fcler, tradutor de Joyce para o portugu\u00eas, chama aten\u00e7\u00e3o para o fato de que o texto de Joyce provoca uma ruptura entre autor e leitor, ruptura de um pacto que o leitor sabia que o autor n\u00e3o o trairia.<a href=\"#_ftn13\" name=\"_ftnref13\">[13]<\/a> Lacan com Joyce \u00e9 um convite a aprender a ler um o autor que n\u00e3o escreve para o leitor, n\u00e3o adivinha expectativas e nem procura satisfaz\u00ea-las, Joyce deixa o leitor abandonado. \u00c9 a partir dessa inven\u00e7\u00e3o joyciana que Lacan nos incita a ler o sintoma, quando o inconsciente n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o discurso do Outro, n\u00e3o \u00e9 uma verdade a ser desvelada e o sintoma surge como uma montagem que faz corpo e la\u00e7os imprevis\u00edveis, absolutamente \u00fanicos.<\/p>\n<p>No Semin\u00e1rio cl\u00ednico da Se\u00e7\u00e3o Rio, \u201cResson\u00e2ncias e gambiarras: a cl\u00ednica do <em>sinthoma<\/em>\u201d, Marcus Andr\u00e9 Vieira, referindo-se ao paradigma joyciano, fala do sintoma como uma montagem, tanto atrav\u00e9s do recalque como por outros caminhos n\u00e3o tipicamente do recalque. Nessa perspectiva, o sintoma \u00e9 o que faz corpo e localiza alguma perda de gozo que permite tanto a estabiliza\u00e7\u00e3o do corpo quanto o la\u00e7o e essa montagem ser\u00e1 feita ao modo de articula\u00e7\u00e3o de materiais preexistentes, <em>gambiarras<\/em> (tradu\u00e7\u00e3o de \u201cbricolagem\u201d, sugerida por Ant\u00f4nio Teixeira), com o qual estamos mais familiarizados no campo da psicose e que ser\u00e1 generalizado com o \u00faltimo ensino de Lacan. O pr\u00f3prio Marcus se pergunta se h\u00e1 realmente uma perda ou apenas um deslocamento de gozo como enfatizou Miller em uma de suas interven\u00e7\u00f5es no Congresso.<\/p>\n<p>Concluo minhas notas n\u00e3o sem antes deixar aqui uma afirma\u00e7\u00e3o intrigante de Lacan acompanhada de uma interroga\u00e7\u00e3o: \u201c[&#8230;] foram de prefer\u00eancia as mulheres que inventaram a linguagem. Como a mulher inventou isso?\u201d.<\/p>\n<p>Encontrei em um texto de Philippe La Sagna<a href=\"#_ftn14\" name=\"_ftnref14\">[14]<\/a> uma cita\u00e7\u00e3o de\u00a0Antoni Vicens\u00a0na qual ele formulou a hip\u00f3tese de que uma l\u00edngua que se decomp\u00f5e tem por efeito feminizar as rela\u00e7\u00f5es humanas e produzir uma comunidade de gozo, necessariamente fora da lei, pois este \u201cfora da lei\u201d \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o. Ele sustenta que Lacan \u201cconsidera as mulheres, mais exatamente o gozo feminino, na origem da unidade das l\u00ednguas\u201d.<a href=\"#_ftn15\" name=\"_ftnref15\">[15]<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>Ana Lucia Lutterbach<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> LACAN, J. \u201cFun\u00e7\u00e3o e campo da fala e da linguagem\u201d. In: <em>Escritos<\/em>, p. 302.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> LACAN, J. \u201cConfer\u00eancia em Genebra sobre o sintoma\u201d. In: <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana<\/em>. <em>Revista Brasileira Internacional de Psican\u00e1lise<\/em>, n. 23, p. 6 (daqui em diante [CG]).<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Idem, p. 10.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> FREUD, S. <em>A interpreta\u00e7\u00e3o do sonho. <\/em>Obras Incompletas de Sigmund Freud. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2025, p. 139.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> Idem, p. 140-141.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> CG, p. 9.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> Idem.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> Idem, p. 11.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> Idem.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\"><\/a>\u00a0<a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a> DURAS, Marguerite. Em entrevista a Michelle Porte. <em>Les lieux de Marguerite Duras<\/em>, 1977, p. 98.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\">[12]<\/a> CG, p. 16.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref13\" name=\"_ftn13\">[13]<\/a> SCH\u00dcLER, D. <em>Finnicius rev\u00e9m<\/em>. S\u00e3o Paulo: Ateli\u00ea Editorial, 2012, v. 1, p. 92.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref14\" name=\"_ftn14\">[14]<\/a> Dispon\u00edvel em:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.hebdo-blog.fr\/lacan-femmes-lalangue\/\">https:\/\/www.hebdo-blog.fr\/lacan-femmes-lalangue\/<\/a>.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref15\" name=\"_ftn15\">[15]<\/a> VICENS, A. Guerra, dictadura y r\u00e9gimen de goce em el franquismmo. In: BROUSSE, M.-H.,\u00a0<em>El psicoan\u00e1lises a la hora de la guerra<\/em>. Buenos Aires: Tr\u00eas Haches, 2015, p.\u00a0245.<\/h6>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221;] 33as Jornadas Cl\u00ednicas da EBP-Se\u00e7\u00e3o Rio O corpo sutil do sintoma La\u00e7os e gambiarras &nbsp; Notas para uma jornada \u00a0O t\u00edtulo: A comiss\u00e3o de orienta\u00e7\u00e3o chegou ao t\u00edtulo \u201cO corpo sutil do sintoma\u201d inspirada na passagem extra\u00edda dos Escritos de Lacan: \u201cA fala, com efeito, \u00e9 um dom de linguagem, e a linguagem&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-18","page","type-page","status-publish","hentry","description-off"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornadasdaebprio.com.br\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/18","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornadasdaebprio.com.br\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornadasdaebprio.com.br\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornadasdaebprio.com.br\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornadasdaebprio.com.br\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/jornadasdaebprio.com.br\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/18\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":57838,"href":"https:\/\/jornadasdaebprio.com.br\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/18\/revisions\/57838"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornadasdaebprio.com.br\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}