O que ficou na peneira

Sandra Landim Uma jornada é feita a muitas mãos, cabeças e corpos, agradeço a todos que estiveram envolvidos nestas 33as Jornadas Clínicas da EBP-Seção Rio. Estar na função de coordenação destas Jornadas junto com a Maria Antunes, foi muito ensinante. Pude aprender com os mal-entendidos, com o bem dizer dos colegas e assim fomos construindo…

FISSURAS E O TEMPO DE CONCLUIR

Ana Beatriz Zimmermann e Rodrigo Abecassis Chegamos ao final das 33as Jornadas Clínicas da EBP-Seção Rio e, com isso, nosso boletim se despede, não sem algumas palavras sobre o trabalho e o tema das Jornadas. Em cada Jornada produzimos um boletim, que traz em seu nome algo que circunscreve ou tangencia o tema a ser…

Comentários sobre a Preparatória – Dinah Kleve – Comissão da Diretoria de Cartéis da EBP Rio

A Noite de Cartéis da EBP Rio, realizada no dia 10 de agosto, foi uma conversação que partiu do relato dos Mais-Um dos 12 cartéis fulgurantes voltados para as 33as Jornadas da Seção Rio, evento priorizado, nesta ocasião, e para o XXVI Encontro Brasileiro do Campo Freudiano, a respeito do trabalho epistêmico realizado neste dispositivo.…

Lalíngua real

 Ruth Helena Pinto Cohen   Cartel: Litoral Sonoro de Lalíngua Cartelizantes: Clarisse Boechat (mais um), Dinah Kleve, Juliana Serfaty, Rodrigo Pedalini e Ruth Helena Pinto Cohen “O real é estritamente o que não tem sentido. Por essa razão, nossa interpretação é alguma coisa que só tem a ver com o real pelo fato de a dosarmos”.[1]…

Sintoma e interpretação

Carla Sá Freire e Grasiela Fragoso Cartel: Interpretação e Sintoma: escuta, leitura e escrita do gozo Cartelizantes: Carla Sá Freire, Déborah Bentes Castro, Grasiela Fragoso, Helena Torres e Maria Corrêa (mais um).   Trazemos notícias do trabalho no cartel a partir de nossas leituras e colocamos duas questões a fim de dialogar com as Jornadas…

O QUE SE ESCREVE NO CORPO

Marilena Leitão  “Há algo para se ler, diante do qual, frequentemente “boiamos”. – Jacques Lacan [1]   Na Conferência de Genebra, Lacan pergunta: “Como sobrevive um corpo?”[2] Em geral, não temos exatamente uma clareza do que acontece em nosso corpo e é pela linguagem que recebemos nossas primeiras marcas. O sujeito está impregnado pela linguagem,…